
O retorno dos funcionários da Caixa Econômica Federal ao trabalho foi determinado nesta terça-feira (29) pelo Tribunal Superior do Trabalho, ao julgar o dissídio coletivo da categoria.

Os 20 dias de paralisação não serão descontados, mas devem ser compensados em até 180 dias.
Os magistrados decidiram, ainda, que a greve não era abusiva e fixaram reajuste salarial de 100% do INPC, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, mais 0,6%. A decisão terá validade de dois anos.
O mesmo índice de reajuste deverá ser aplicado ao vale refeição/alimentação, à cesta alimentação e aos auxílios creche, babá e indenização por assalto ou sinistro.
Diante do impasse sobre o modelo do plano Saúde Caixa, os ministros do TST decidiram manter as regras que constavam do acordo coletivo anterior, de 2024 a 2026.
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