
A campanha do segundo turno das eleições já começou em todo o país na disputa entre Lula(PT) e Flávio Bolsonaro(PL) para o cargo de presidente da República.
O filho do expresidente que saiu em vantagem no !º turno não está escondendo suas pretensões caso consiga a vitória. Deixa claro que defende mudanças radicais na CLT e fala abertamente que é contra o fim da Escala 6X1 como foi aprovada na Câmara dos Deputados e agora discutida no Senado Federal, com previsão para ser votada em duas semanas, após o rito constitucional previsto para uma PEC.
Flávio Bolsonado defende a livre negociação entre empregado e empregador e o salário por hora trabalhada, nos moldes semelhantes aos Estados Unidos.
Outra mudança que está preocupando especialistas do campo da previdência social é que seu programa de governo apresentado junto ao Tribunal Superior Eleitoral(TSE) prevê a desvinciulação de reajuste dos benefícios face ao salário mínimo : "Reajuste dos Benefícios: Integrantes e aliados da campanha defendem a desvinculação dos reajustes de aposentadorias, pensões e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) em relação à política de valorização do salário mínimo, propondo a correção apenas pela inflação (INPC) para conter gastos".
Para especialistas a proposta tende a prejudicar os segurados do INSS e beneficiários do BPC(idosos e PCDs) com perda de poder de compra a curto prazo. Como já foi dito, está tudo às claras.
Inclusive a coordenadora de economia da campanha do senador diz abertamente que pretende adotar o modelo de economia da Argentina, cuja população viu direitos trabalhistas sendo extintos, com aumento expressivo da miséria.
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